Quem somos

Resenha:

O Apóstolo Ricardo Ribeiro é um líder, um mentor espiritual. Dedica sua vida a fortalecer igrejas, pastores e lideranças, direcionando a um nivel espiritual mais profundo aqueles que buscam uma comunhão legítima com Deus.

Há mais de 17 anos tem viajado por todo o Brasil levando capacitação para igrejas, pastores e lideranças cristãs nas áreas de batalha espiritual, adoração, casamento e comportamento. É casado com a bispa Raiza e pai de dois lindos filhos, Rafael e Rafaela. Reside na cidade de Teresópolis – RJ – onde desenvolve um ministério voltado para cuidar de famílias e consolidar vidas no amor de Cristo.

Como servo, congrega na COC – Casa de Oração Central em Teresopolis.
Exerce seu apostolado através do Ministério Atos Dois e do IEC – Instituto de Educação Comportamental, onde oferece treinamentos em instituições e igrejas, tratando de assuntos envolvendo vida com Deus, comportamento, espiritualidade, educação comportamental, inteligência emocional e empreendedorismo.

Sua meta ministerial é: “Libertar crentes e ativar profetas”

Sua meta de vida é projetar pessoas!

Seus treinamentos são sólidos e impactantes, e por isso alcançaram o respeito das mais variadas igrejas e denominações do país.

Dentre os seus principais temas, destacam-se os temas:

Escola de Auto-libertação
Escola de Avançada de Libertação 
Escola de Batalha Espiritual no Casamento
Escola de Paternidade e cura da Orfandade
Escola de Ativação Profética
Escola de Inteligência Emocional

No menu principal deste site, você encontrará detalhes sobre cada um dos temas acima. Para saber mais você também pode fazer contato conosco pelo whatsapp 21 981116787

 

TESTEMUNHO DE VIDA:

“Meu nome é Ricardo Ribeiro. Minha jornada com batalha espiritual se iniciou em minha infância. Lembro-me de ter crescido assombrado por crises emocionais, timidez extrema, comportamento agressivo. É claro que meus hábitos comportamentais afastaram muitas pessoas de mim.

Eu me excluí das pessoas; e as fiz me excluírem. Com poucos “verdadeiros amigos”, como todo ser, busquei me adequar a uma egrégora compatível com o meu estilo de vida e comportamento.

No início de minha adolescência, me encantei com a idéia de que eu poderia ser roqueiro, daquele tipo que usa roupa preta, pulseira de couro, ouve rock pesado e fuma cigarro. Assim o fiz, durante uma boa etapa de minha juventude.

Paralelo a tudo isso, sempre tive estranhas experiências espirituais. Para mim era comum sonhar que estava voando. Algumas vezes tive dificuldade de voltar para meu corpo. Pesadelos eram constantes, assim como aqueles “pequenos sustos” que muitas pessoas tem enquanto dormem.

Incontáveis vezes fui “enforcado” enquanto dormia, e por mais que tentasse pedir ajuda, não conseguia proferir uma palavra sequer. Vi vultos, sombras, ouvi vozes. Era tão normal para mim este tipo de experiência, que nunca contei para ninguém. É certo que meus irmãos, principalmente meu irmão Eduardo, foram testemunhas oculares de muitas destas minhas experiências.

Passei a gostar de ocultismo. Filmes de terror eram prazerosos para mim. Por algum motivo até hoje inexplicável, minha memória não armazenou detalhes importantes de minha vida. Vez por outra me surpreendo ao lembrar de algo de meu “sombrio passado”.

A conversão

Com 18 anos de idade, minha família se mudou para a cidade de Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro. Naquela ocasião minha mãe começou a freqüentar uma igreja cristã.

Eu mais rebelde do que nunca, já havia me envolvido com a turma do rock da cidade. Na tentativa de me “ganhar para Jesus”, minha mãe organizou um evento com os adolescentes e jovens da igreja, na minha casa.

Foi um susto imenso, quando vi aquele monte de gente chegando no quintal de casa. Bateria, teclado, violão, jovens, jovens e mais jovens. Meu Deus, eu estava sendo atacado por um ataque de crentes!

Me tranquei no quarto, e ali fiquei durante toda a tarde. Somente na hora do “comes e bebes” eu resolvi aparecer publicamente. Foi ali que percebi uma moça que me olhava bastante. No domingo seguinte, com segundas intenções, fui na igreja para encontrar a moça. De fato a encontrei, mas desisti de qualquer tentativa de relacionamento com ela no momento que encontrei alguém melhor: ENCONTREI JESUS!

Lá estava eu, na frente do altar, quebrantadíssimo e decidido. Eu queria ser salvo.

Início de carreira

Meus primeiros meses de convertido foram muito importantes na definição de quem sou hoje. Naquela ocasião aigreja passava por um período de avivamento legítimo, e centenas de pessoas estavam se convertendo durante os cultos. Muitos dos malucos da cidade aceitaram a Cristo na mesma ocasião que eu.

Lembro-me de um colega do quartel, que foi visitar a igreja em um domingo a noite. Ele conhecia o “outro Ricardo” – meu nome de guerra no quartel era Soldado Ribeiro. Ele veio assustado na minha direção e disse: Ribeiro, o que você está fazendo aqui dentro da igreja? Você vai derreter aqui. Você é do diabo!

Junto com ele estava um outro colega do quartel – que entregou sua vida a Jesus naquela mesma noite.

Foi uma noite assustadora, marcante. Aquele meu amigo estava “cheio de demônios”. Sua libertação demorou quase 3 horas após o encerramento do culto. A guerra só terminou quando um senhor de oração da igreja saiu de sua casa, entrou na sala de libertação e disse: “O que você está fazendo aí até agora, demônio? Sai dele!”. O jovem ficou livre.
Ah, eu estava fascinado. Era isso que eu queria. Expulsar demônios, libertar vidas.

Novo convertido, mas audacioso, me juntei a um grupo de jovens corajosos. Nos encontrávamos quase todos os dias para orar, e após as orações saíamos à rua para expulsar demônios de mendigos e prostitutas. Também cultivávamos o hábito de visitar o “lixão” da cidade, distribuindo sopão, roupas e leite – e depois falávamos de Cristo e fazíamos libertações.

Mantive o hábito durante alguns anos, até que meus pais se mudaram para a capital do Rio de Janeiro e eu resolvi segui-los, quase três anos depois.

Casamento

Sempre acreditei na voz profética. Não foram poucas as vezes que alguém havia dito que eu seria pastor, e que viajaria por todo o Brasil “levando luz” para as igrejas. Eu como sempre autodidata, tinha o hábito de estudar livros de teologia, psicologia pastoral, aconselhamento, batalha espiritual, cura interior. Aprendi a pregar com o livro “60 esboços de A a Z, de Caio Fábio de Araújo” – até hoje lembro de minhas primeiras pregações.

No Rio de Janeiro, congreguei na Igreja Assembléia de Deus da Penha – Congregação Porta das Ovelhas – e ali conheci o amor da minha vida.

Quando a chamei para o namoro, eu disse: “Estou procurando a pessoa que vai se casar comigo e viajar o mundo pregando a palavra de Deus, e acho que é você” – ela acreditou.

A primeira vez que saímos juntos foi para assistir um congresso de Batalha Espiritual na Assembléia de Deus da Penha – ministrado pelo pastor Joá Caetano.

Com dois meses de namoro, a pedi em casamento. Com um ano e meio de noivado casamos. Juntos estudamos o seminário teológico, juntos fomos preparados ao ministério.
Nossa lua de mel foi marcada por guerra espiritual. Tivemos sonhos espirituais que revelariam o que viria pela frente. Vencemos o tempo inteiro, pois maior é o que está conosco.

O Atos Dois

Recém casado, e muito motivado a servir ao propósito do Eterno, meu maior prazer era visitar as congregações da igreja, tocando meu violão e levando a palavra de Deus. Nestas idas e vindas, fui amadurecendo e adquirindo experiências.

Eu tinha o curioso hábito de carregar debaixo do braço uma pastinha cheia de meus principais esboços, na expectativa de escolher a melhor mensagem diante de um convite inusitado.
Um dia, em uma roda de bate papo com alguns amigos especiais, surgiu a idéia de eu fazer um site de internet e ali colocar meus melhores esboços. Fiquei tão motivado, que aprendi a programar, e no ano 2001 surgiu o site www.atosdois.com.br – hoje um dos maiores sites de conteúdo cristão do Brasil.

O site começou com meus humildes estudos, e hoje (2015) tem cerca de 3000 estudos bíblicos, e em média três milhões de cliques por mês.
Deus já estava agindo e eu não sabia. Daí em diante tudo aconteceu muito rápido. Fui separado ao ministério, e comecei a receber telefonemas de pessoas que gostavam dos meus estudos, convidando-me para pregar pessoalmente em suas igrejas.

Lá estava eu, cruzando o Brasil de ônibus, e depois de um tempo, de avião.

Atualmente

Apesar de termos plena convicção de que pouco fizemos em relação ao chamado, já tivemos a alegria de formar cerca de 200 mil libertadores em todo Brasil – número contabilizado pela quantidade de certificados fornecidos após nossas escolas de Batalha Espiritual desde o ano de 2003 até 2015.

Já vimos muito, experimentamos demais. Na área de libertação as experiências são muitas, impossíveis de serem citadas em apenas um livro. Em Rondônia pude ver um satanista voar durante um processo de libertação. Na Bahia, uma crianças cantando em inglês, mesmo nunca tendo a possibilidade de estudar o idioma. Uma vez no Rio de Janeiro vi uma criança de 8 anos de idade enfrentar cinco homens fortes, e depois roer todos os fios do equipamento elétrico principal da igreja. Experiências não nos faltam. Mas a maior de todas as experiências é sempre a mesma; ver pessoas sendo libertas e mudando totalmente seus comportamentos, pelo poder da Palavra e unção do Espírito.”