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MINISTÉRIO APOSTÓLICO ATOS DOIS - EDIFICANDO VIDAS E IGREJAS

Como libertar um possuido
Tipo: Estudos bíblicos / Autor: Pastor Ricardo Ribeiro

 
Podemos dizer que a possessão demoníaca é a continuação da opressão maligna. Durante a possessão, o demônio tem total controle da mente da pessoa, anulando a influência de seu corpo espiritual e dominando todos os comandos físicos do possuído.
A possessão caracteriza-se quando o demônio toma o controle da mente, das emoções e das funções motoras. Falando e agindo através do seu corpo. Tenho notado que na maioria das vezes o possuído não se lembra de nada. Em alguns casos, há apenas lampejos confusos de cenas das quais se lembra vagamente.
Nota: O crente só pode ser possuído por demônios se tiver aberto portas, como a incredulidade, a falta de fé, o pecado, o medo. O inimigo de nossas almas sabe como se aproveitar destas brechas. Os demônios nos levam a pecar porque sabem que nossos pecados minam nossas defesas, e abrem o caminho para a opressão e conseqüente possessão.

Alguns sinais de possessão maligna:

Olhar vago, distante
Força extrema (gadareno)
Distúrbios intestinais (movimentos estranhos no estômago)
Cheiro de podridão
Cheiro de rosas
Entre outros...

Pessoa possuída por apenas um demônio

A possessão por um demônio ocorre, quando este recebe algum tipo de permissão para entrar na vida da pessoa e dominar-lhe a mente. Essa autoridade é concedida mediante a sua própria vontade. Isto pode acontecer tanto consciente como inconscientemente.
Por exemplo, a pessoa declara: “Demônio! Eu quero morrer!” ou “Eu só tenho desgraça na minha vida!” ou “Queria ter uma doença, pra ver se vocês me respeitam”.
Ao invocar uma ação demoníaca em sua vida, o indivíduo concede a Satanás autoridade e legalidade para enviar um demônio para habitar nela. Outros meios de possessão utilizados são: passes (espiritismo), orações com imposição de mãos, orações em línguas não provenientes do Espírito Santo etc.
A aproximação e a entrada do demônio, pode vir acompanhada por um calafrio, uma tontura ou alguma outra sensação estranha, mas nem sempre se dá muita atenção para isto. Depois de habitar em alguém, nem sempre o demônio se manifesta imediatamente. Este espírito maligno se “aloja” no corpo, desenvolvendo gradativamente um elo espiritual com ele, visto que a ligação com o Espírito Santo está rompida. A manifestação pode acontecer de imediato ou demorar alguns dias ou até anos. Ele fica incubado, destruindo as defesas espirituais que porventura ainda restem na pessoa visada, minando as suas forças vitais,, tocando na sua saúde, nos seus sentimentos, causando problemas como: pânico, medo, intriga, insônia, ira etc. Pode ser que esse demônio nunca venha a se manifestar.
Muitos demônios permitem que a pessoa vá a igreja, objetivando criar uma aparência de “normalidade” na vida do possesso. Por isso há necessidade de uma equipe de libertação preparada, consagrada e agraciada de dons espirituais, para perceberem e identificarem essas pessoas no meio da congregação.
Quando um demônio se manifesta através da pessoa, é relativamente fácil a sua retirada. É bom salientar aqui que a pessoa deve desejar sua libertação e procurar seguir nos Caminhos de Jesus Cristo. É de primordial importância sua participação em uma igreja genuinamente cristã. Caso contrário, não adianta expulsar o demônio, pois sabemos que logo ele voltará trazendo outros sete, ainda piores.
O demônio “solitário”, normalmente provoca modificações na voz e na aparência. Esse espírito imagina que aquele corpo já é seu. Normalmente são agressivos, mas não conseguem sucesso ao agredir os ministros de libertação, desde que estes estejam realmente em comunhão com o Senhor. Outro fator de proteção é o Nome de Jesus (Fp 2.10). Caso o demônio tente atacar fisicamente o ministro, este deverá ordenar que se aquiete e se torne fisicamente incapacitado, mas faça isto em NOME DE JESUS.
Um ponto importante durante o processo de libertação é jamais permitir que o demônio fale. Erroneamente muitos obreiros “entrevistam” ao inimigo, apesar de não haver nas escrituras qualquer instrução neste sentido. Sabemos que o Senhor Jesus expulsava os demônios, simplesmente ordenando que se calassem e saíssem (Lc 4.35). Apenas uma vez o Senhor perguntou ao demônio que se identificasse. Na realidade queria tão somente, deixar registrada a possibilidade de possessão por uma legião inteira. Além disso o Senhor Jesus é conhecedor de TODAS AS COISAS, e sabia de tudo a respeito daqueles demônios que estavam no Gadareno (Lc 8.30). Eles jamais poderiam engana-lo. Antes de conversar com um demônio, leve em consideração que Satanás é o “pai da mentira”, e que nele não há verdade alguma (Jô 8.44). Se nele não há verdade, porque iríamos nós conversar com ele? Não há razão nem sentido para essa prática.
Outro motivo para mantermos os demônios calados, principalmente dentro da igreja, é sua natureza de acusador (Ap 12.10). Com esta característica ele poderá criar muitas confusões. Certa vez, em uma igreja, um pastor, durante uma libertação, permitiu que o demônio falasse.
Então o demônio disse: - Você, pastor, é um adúltero! Estava com uma prostituta ontem, às dez da noite e mentiu pra sua mulher que o carro tinha quebrado. Realmente no dia anterior, esse pastor estava voltando de uma cidade onde havia ministrado a Palavra de Deus onde muitas pessoas haviam sido tocadas pelo Senhor, aceitando-o como Salvador de suas almas. O demônio ficou muito irritado pelo sucesso do pastor e fez com que seu carro “apagasse” no meio da estrada, às 22:00h, quando ele ia voltando para sua casa. O pastor, sem vigiar, ficou irritado e esqueceu de orar repreendendo a ação de Satanás sobre a sua vida, o que faria o carro pegar imediatamente, e ficou tentando solucionar o problema com suas próprias mãos. Chegando em casa uma hora depois do horário previsto, contou a sua esposa o ocorrido. Quando o demônio falou aquilo no culto, acendeu-se a ira da esposa, porque realmente era aquilo que ela pensava (porque o inimigo havia implantado esse pensamento na sua mente). Resultado: o pastor foi afastado da igreja, a sua esposa pediu o divórcio. Tudo por causa de um demônio de terceira categoria, porém esperto, que soube aproveitar as falhas dessas pessoas.
Quando se expulsa demônios, seja ele do tipo solitário ou uma casta (legiões), deve-se falar claramente, dando ordens precisas e pausadas. A palavra de ordem deverá ser dada por apenas uma pessoa, mesmo que haja um grupo presente. Aquele que for considerado mais experiente deverá comandar a libertação. Essa pessoa pode, esporadicamente, deixar a operação nas mãos de algum dos presentes, a fim de que possa descansar ou, até mesmo, para que possa aprender, mas retém o comando até que a libertação esteja terminada.
Um demônio, já foi anjo, porém caído, e por isto mesmo possui características muito parecidas com o ser humano: é astuto, ardiloso e enganador. Não devemos deixar que ele tome conta da situação. Não peça nada a ele, muito menos algum tipo de ajuda tão somente ordene que saia e deixe a vida da pessoa possessa, em NOME DE JESUS.
O nome de Jesus é o único poder autorizado para levar a cabo o processo de libertação de alguém. Não é uma boa teologia mandar o demônio sair em Nome de Deus, pelo Espírito Santo ou pelo Sangue de Jesus. Outras práticas igualmente ineficazes são: jogar água, mostrar objetos etc. Fale em nome de Jesus, e só.
 

Escrito por: Pastor Ricardo Ribeiro (Maiores informações no final da página)
 
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O artigo acima é colaboração de " Pastor Ricardo Ribeiro "
Ricardo Ribeiro é foi consagrado ao ministério pastoral em 2004 e teve sua unção apostólica legitimada em 2013. Desde 2000 viaja por todo o Brasil treinando pastores, lideranças e igrejas nas mais variadas ramificações dos assuntos batalha espiritual, adoração, liderança e fé. Também é fundador e administrador do conhecido site atosdois.com.br. Congrega no Ministério Colheita Internacional em Teresópolis RJ, onde recebe paternidade espiritual do Apóstolo Arcélio Luis.

Na área "secular", Ricardo Ribeiro dirige a empresa CAQ - Consultoria em Atendimento de Qualidade, onde oferece recursos e treinamentos para empresas, principalmente no que se trata do atendimento ao cliente externo e satisfação do cliente interno. Ricardo atuou como diretor de qualidade da Makrofarma (multinacional da área de cosméticos), e gerente da Ultrarad (clínica médica radiológica em Copacabana RJ).

 
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