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A Volta de Jesus será em Duas Etapas?
Tipo: Estudos bíblicos / Autor: Pr. Rodrigo M. de Oliveira

 
A Bíblia ensina que a Volta de Jesus Cristo a esta terra se dará em duas fazes.

A primeira fase é só para a Igreja

A segunda fase é quando todo olho o verá.

Esta linha de interpretação é chamada de Pré-Tribulacionismo, pois como o nome indica, ela ensina um arrebatamento Pré (antes) da Tribulação.

O arrebatamento demonstra que a Igreja vai ao encontro de Jesus cf. I TESS. 4: 17, isto é, a vinda é exclusiva para o cristão, a Igreja. A volta, isto é, no segundo advento de Cristo, Ele vem com a Igreja e estabelece Seu Reino Messiânico cf. ZAC. 14: 4, MAT. 24: 30 e APOC. 19: 11-14.

Antes de analisarmos as bases bíblicas para um arrebatamento antes da tribulação, deixe-me refutar logo de uma vez a idéia difundida entre os oponentes desta linha de pensamento de que ela teria sido criada por John Darby em meados dos anos 1800.

A Visão Pré-Tribulacionista é uma interpretação recente???

Por vários anos, oponentes da posição pré-tribulacionista têm argumentado que ela foi inventada por John Darby, em meados dos anos 1800, e nunca foi mencionada antes disso. Muito simplesmente, este argumento é falso.

O Reverendo Morgan Edwards era um pastor batista em Filadélfia, que descreveu um retorno de Cristo pré-Tribulação para sua igreja em seu livro de 1788, Millennium, Last Days Novelties (Milênio, Novidades dos Últimos Dias). Embora ele considerasse uma tribulação de somente três anos e meio, percebeu definitivamente que o Arrebatamento ocorreria antes da Tribulação. O que é ainda mais interessante é que ele alegava que tinha pregado e escrito a mesma coisa antes, em 1742. Ele pode ter sido influenciado por John Gill antes dele ou por outros, cujos escritos ou ensinos eram disponíveis naquele tempo, mas não foram preservados.

O que se conhece é que a Reforma Protestante resultou na proliferação de Bíblias traduzidas, impressas e colocadas à disposição das pessoas comum pela primeira vez nos anos 1700. À medida que os crentes começaram a ler as Escrituras, ficaram impressionados com os muitos ensinos proféticos que elas contêm.

No século XIX, a Bíblia era disponível e lida por milhões de pessoas que falavam inglês no mundo. Dizia-se que a “profecia estava no ar”, notadamente no Trinity College de Dublin, Irlanda, onde John Darby e outros estudiosos de profecia estudaram entre 1800 e 1830. Inegavelmente, alguns dos mestres da Bíblia na faculdade tinham uma forte influência sobre o pensamento de Darby, como talvez S. R. Maitland, que desenvolveu o caso para o futurismo 9a posição de que muito do que está na Bíblia será cumprido no futuro). Maitland escreveu seu primeiro livro sobre este assunto em 1826.

Darby alegou que teve a inspiração para sua compreensão de um arrebatamento pré-tribulação em 1828, após ver a diferença entre Israel e a Igreja em seu estudos do livro de Éfesios. Poucos estudiosos que não fazem essa diferença vêem um arrebatamento pré-tribulação da Igreja. Na realidade, separar Israel e a Igreja é uma das mais importantes chaves para compreender corretamente a profecia bíblia. Em segundo lugar, sempre que possível, tomar os textos proféticos literalmente.

Grant Jeffrey, um estudioso contemporâneo de profecia e conferencista, tem feito extensiva pesquisa nos escritos de muitos mestres de profecia anteriores ao século XVIII. Em seu livro Apocalypse (Apocalipse), ele cita muitos que tiveram uma compreensão definida da diferença entre os dois estágios da vinda de nosso senhor, principalmente sua vinda para o seu povo antes da Tribulação e a revelação do “homem da iniqüidade”.

Existem muitos outros mestres em profecia bíblica, ou pesquisadores de exaustivas horas de estudos bíblicos que defendem a visão Pré-Tribulação da Volta de Jesus Cristo, e isso é muito bom, porém o que realmente importa, é o quanto ela é bíblica.

É à isso que me disponho neste momento. Portanto seja você defensor da posição Pré; Meso, Pós, ou mesmo que se quer creia no arrebatamento, peço que não tire qualquer conclusão sem ler este argumento até o final em nome de Jesus.

O Arrebatamento ocorre antes da Tribulação porque o Senhor prometeu nos livrar deste período horrível, conforme diz as Escrituras:

· Apocalipse 3:10
"Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra."

· 1 Tessalonicenses 1:10
"E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura."

Deus também diz nas Escrituras que os cristãos não estão destinados à ira do Senhor, conforme 1 Tessalonicenses 5:9:

"Porque Deus não nos destinou para a ira mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo (o Messias)..."

Outro detalhe importante é que a igreja está ausente entre os capítulos 4 e 18 do livro de Apocalipse, mostrando que a igreja não passará por este período.

O Arrebatamento NÃO inicia o período de Tribulação.

Ao contrário do que muitos pensam, o Arrebatamento não é o fator de início dos sete anos de Tribulação. Sabemos, através dos versículos acima citados, que o Arrebatamento ocorre antes da Tribulação, porém não sabemos quanto tempo antes. O que inicia os sete anos de Tribulação é o acordo do anticristo com Israel, propondo uma falsa paz, conforme Daniel 9:27 (Versão na Linguagem de Hoje):

"Este rei fará um acordo com o povo, de sete anos; mas depois de decorrer metade desse tempo, denunciará o tratado e proibirá os judeus de fazerem qualquer sacrifício ou oferta; posteriormente, como cúmulo das suas terríveis ações, o inimigo profanará completamente o santuário de Deus. Mas quando chegar o tempo determinado nos planos de Deus, o julgamento do Senhor será derramado sobre esse assolador visão de Daniel de um homem."

Algumas traduções da Bíblia dizem "uma semana" em vez de "sete anos".

É muito importante saber que Deus tem dois povos: Israel e a Igreja, mas isso não implica que haja dois modos de salvação, a Bíblia claramente diz de Jesus Cristo em Sua obra redentora é o Único Caminho, uma vez que judeus e gentios são descendentes do mesmo homem caído - Adão.

Israel é particularmente uma escolha de Deus, por várias razões, entre elas:

- uma propriedade particular e nação santa (EXÔDO 19: 5-6)
- um povo que revelaria ao mundo a sabedoria de Deus ( DEUT. 4: 5-8)
- Israel deveria trazer o Messias ao mundo e salvação aos gentios (ROMANOS 9: 4-5 / JOÃO 4: 22)

Estes são aspectos importantes de Israel, nenhum cristão deve negar esses aspectos quando leva a sério as Escrituras.

A Igreja é uma obra a parte do povo judeu, isso por inúmeras razões, vejamos algumas mais importantes:

- a Igreja nasceu em Pentecostes e Israel há muitos séculos atrás, para provar isso lemos em MATEUS 16: 18 que a Igreja ainda seria edificada.

- a Igreja só poderia existir após certos acontecimentos no ministério de Jesus Cristo, a ressurreição e ascensão são inclusos nesses eventos bem como a capacitação do Espírito Santo através de dons.

- a Igreja é um mistério, referência nunca dada à Israel. Na Bíblia lemos algumas características que demonstram a Igreja ser um mistério; judeus e gentios são unidos em um só corpo (EFÉSIOS 3: 3-6), Cristo em cada crente (COLOSS. 1: 27), a Igreja como noiva de Cristo é um mistério (EFÉSIOS 5: 32), o arrebatamento da Igreja (I CORÍNTIOS 15: 51-52).

- O relacionamento entre judeus e gentios na Igreja é peculiar, completamente diferente do relacionamento incrédulo entre ambos (EFÉSIOS 2: 11-16). Deus ainda salva pessoas judias e gentios combinando-os em um terceiro organismo completamente novo, a Igreja.

- A distinção em GÁLATAS 6: 16 é clara, “Israel de Deus” é logicamente referência aos judeus convertidos ao cristianismo, isso mostra também a separação de Israel incrédula, a quem Paulo chama de “Israel segundo a carne” em I CORÍNTIOS 10.

- No livro de ATOS, Israel e a Igreja existem simultaneamente, o termo Israel é mencionado 20 vezes e o termo Igreja (ECCLESIA), 19 vezes.

Israel e a Igreja são vistos como dois organismos diferentes pela Bíblia, se fosse um apenas não haveria necessidade de restauração de Israel.

Não é correto fundir Israel e a Igreja em um único objeto apenas, pois além de todas as razões já vistas lemos no N.T. o arrebatamento da Igreja e não de Israel, o qual passará pela Tribulação e ao fim da mesma se converterá a Jesus contemplando Aquele a Quem transpassaram.

O ARREBATAMENTO, é versado claramente no texto de I Tessal. 4: 13-18 e no verso 17 a expressão “arrebatamento” é a tradução do verbo grego “harpazo”, o qual tem significado de agarrar para o alto ou puxar com força.

O arrebatamento é definido como um mistério (I Coríntios 15: 51-54) ao passo que a segunda vinda de Cristo já é predita desde o A.T. (Zacarias 14:4; 12: 10). No arrebatamento há um deslocamento da terra para o céu e na segunda vinda ocorre o inverso.

A seguir uma comparação entre os dois eventos.

ARREBATAMENTO:

Os santos arrebatados vão ao céu.
Acontecimento iminente sem sinais.
A terra não é julgada.
Não mencionado no A.T.
Envolve apenas cristãos.
Nenhuma referência à Satanás.
Cristo vem para os Seus.
Ele vem nos ares.
Somente os Seus o vêem.

SEGUNDA VINDA:

Os santos vêm à terra.
Seguem sinais, inclusive a tribulação.
A terra é julgada.
Predito várias vezes no A.T.
Afeta todos os homens.
Satanás é amarrado.
Cristo vem com os Seus.
Ele vem à terra.
Todo olho O verá.
Começa o Milênio.

Esses contrastes deixam claro a diferença entre o translado da Igreja e a volta do Senhor Jesus, além disso lê-se em Apocalipse 19: 7,8 e 14 que a Igreja (Noiva) é preparada para acompanhá-Lo em Sua volta à terra, pois como isso poderia ocorrer se a Igreja estivesse aqui ?

PASSAGENS DO ARREBATAMENTO:

Marcos 13:14-27.
João 14:1-3.
Romanos 8:19.
I Corin. 1:7-8.
I Cor 15:51-53.
I Corin 16:22.
Filip 3:20-21.
Filip 4:5.
Coloss 3:4.
I Tess 1:10.
I Tess 2:19.
I Tess 4:13-18.
I Tess 5:9.
I Tess 5:23.
Apoc 3:10.

PASSAGENS DA SEGUNDA VINDA:

Daniel 2:44-45.
Daniel 7:9-14.
Daniel 12:1-3.
Zacarias 12:10.
Zacarias 14:1-15.
Mateus 13:41.
Mateus 24:15-31.
Mateus 26:64.
Apoc 1:7.
Marcos 14:62.
Lucas 21:25-28.
Apoc 22:7.
Apoc 22:12 e 20.
Atos 1:9-11.
Atos 3:19-21.
I Tess 3:13.
II Tess 1:6-10.
II Tess 2:8.
I Pe 4:12-13.
Judas 14-15.
Apoc 19:11.
Apoc 20:6...

Como dissemos no incio-A NECESSIDADE DE UM INTERVALO ENTRE AS DUAS VINDAS é Para que ocorra certos eventos preditos na Bíblia, é necessário haver um intervalo entre o arrebatamento e a segunda vinda.

Para que ocorra:

1- O Tribunal de Cristo:

Em II Coríntios 5:10 lemos que todos os cristãos deverão comparecer perante um juízo especial, conhecido como “juízo do Bema”. A palavra grega “Bema” jamais é mencionada nos textos que descrevem a segunda vinda de Cristo à terra, nestes casos lê-se a palavra “Krino”, isto é, o juízo do “Krino” será apenas para incrédulos, será necessário um período para a concretização do juízo de Cristo aos arrebatados e ressuscitados.

2- A Preparação da Noiva:

A Igreja deve estar completa para o casamento com Cristo, na verdade o juízo “Bema” é tal preparação, ao término dele a Igreja toda estará pronta para o Senhor e esse casamento ocorre no céu.

3- O Julgamento dos Incrédulos:

Como poderia haver um julgamento entre salvos e não salvos em seus corpos naturais se todos os crentes fossem arrebatados na Segunda Vinda ? Deverá haver um intervalo de tempo.

4- O Povo do Milênio:

Todos os que se tornarem cristãos na Grande Tribulação e não forem mortos entrarão no milênio com uma vida normal, não serão arrebatados na Segunda Vinda de Cristo, conforme Isaías 65: 20-25

5- O Plano de Deus para Israel:

A Igreja composta por judeus e gentios não deverá misturar-se com o plano ainda não concluído para com Israel, Deus estabeleceu 70 semanas para Israel (Daniel 9:24-27), um programa destinado somente à Israel, a Igreja portanto não deve passar por esse período de 70 semanas, assim como não passou nas 69 semanas iniciais, não passará pela última, pois esse não é o plano divino.

Adotamos a posição pré-Tribulacionista para o momento do Arrebatamento, que é considerada a posição mais biblicamente correta e condizente com a seqüência dos acontecimentos pertinentes ao final dos tempos.

A preocupação é estar sempre de acordo com a Bíblia no tocante à seqüência cronológica dos eventos que marcam a Volta de Jesus Cristo.

Queremos deixar claro que respeitamos outras posições quanto ao Arrebatamento, porém adotamos esta como a mais sensata para a seqüência dos acontecimentos no final dos tempos.

A Palavra nos diz claramente em Mateus 3:7, Lucas 3:7 e 1 Tessalonicenses 1:10 que os cristãos são salvos da "ira futura" (um dos termos usados para denominar a Tribulação)

O Arrebatamento pré-Tribulacionista se baseia no cumprimento da 70ª. semana de Daniel, quando o anticristo fará um acordo de paz com Israel, iniciando o período de sete anos de Tribulação.

Antes desse período, a Igreja de Jesus Cristo é ressuscitada e arrebatada com todos os seus santos vivos e levada à casa do Pai (João 14:1-3), julgada e recompensada por suas boas obras (2 Coríntios 5:10).

Após os sete anos de Tribulação, Jesus Cristo retorna em seu Aparecimento Glorioso e destrói o anticristo e o falso profeta, prende Satanás por mil anos (Apocalipse 20:3) e estabelece o governo milenar.

A interpretação literal e constante da Bíblia, significa explicar o sentido do texto apenas com o uso normal do texto, levando em consideração:

- gramática: de acordo com as regras de ortografia.
- histórica: o contexto histórico da passagem.
- contextual: de acordo com o contexto da passagem.

Qualquer interpretação que conflite com a gramática não é válida neste método.

A pessoa que analisa o texto precisa verificar corretamente o relacionamento gramatical das palavras, busca-se então o significado das palavras, a forma das palavras, a função das palavras e o relacionamento entre elas.

As Escrituras são compostas durante várias épocas e culturas diferentes, e assim é que o leitor deve vê-la durante a interpretação literal.

O texto fora do contexto vira pretexto, o contexto inclui vários aspectos:

- os versículos imediatamente antes e depois da passagem.

- o parágrafo e o livro em que ocorre a passagem.

- o período em que foi escrito.

- a mensagem da Bíblia como um todo (TIAGO 2: 17/ EFÉSIOS 2: 8-9).

- a situação histórico e cultural no período em que foi escrita a passagem.

Quando o sentido normal da Escritura faz sentido não busque qualquer outro sentido, tome cada palavra em seu sentido primário, a não ser que o contexto e passagens relacionadas indiquem o contrário.


Agora É urgente que você leia estes 11 (onze) artigos relacionados a este assunto:

1) O que é O Arrebatamento?

2) O que é a última Trombeta de 1ª Corintios?

3) Por que Cremos em Um Arrebatamento Antes da Tribulação?

4) Arrebatamento!!! Você Está Preparado(a)?

5) O que Falta Para O Arrebatamento da Igreja?

6) Haverá Salvação Após o Arrebatamento da Igreja?

7) Tipos de Interpretação do Apocalipse

8) A Bíblia - Regras de Interpretação.

9) Contraste entre Israel e Igreja

10) Israel Foi Rejeitado Por Deus?

11) O Pré-Milenismo, Os novos Céus e A Nova Terra.


Todos publicados aqui mesmo.
 

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Escrito por: Pr. Rodrigo M. de Oliveira (Maiores informações no final da página)
 
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O artigo acima é colaboração de " Pr. Rodrigo M. de Oliveira "
Professor de Teologia Sistemática na Cadeira de Apocalipse e Escatologia. Professor no Instituto Teológico Quadrangular.
Conferencista, e consultor teológico. Apologista Cristão Evangélico.
www.rodrigoteologia.blig.com.br
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