DESCUBRA SEU TALENTO ENRIQUECEDOR
Saiba como transformar seu talento em negócio
e estar acima da crise

Pastor Ricardo Ribeiro é "treinador de vidas". Há mais de 10 anos tem viajado por todo o Brasil fornecendo treinamentos para igrejas, pastores e lideranças cristãs nas áreas de batalha espiritual, adoração, finanças e casamento.

É casado com a pastora Raiza e pai de dois lindos filhos, Rafael e Rafaela. Reside na cidade de Teresópolis - RJ - onde desenvolve um ministério voltado para cuidar de famílias e consolidar vidas no amor de Cristo.

Além de pastor, é Coach Comportamental e diretor do IEC - Instituto de Educação Comportamental. Desenvolveu o revolucionário método "Descubra seu Talento Enriquecedor", podendo assim ajudar centenas de pessoas a construirem uma vida ao redor de seus melhores talentos.

Sua meta de vida é:
"Apontar pessoas para o sucesso, assim
como se apontam flechas para o alvo"

Seus treinamentos são sólidos e impactantes, e por isso alcançaram o respeito das mais variadas igrejas e denominações do país. Dentre os seus principais temas, destacam-se:

Paternidade Espiritual - Treinamento de um dia inteiro, denunciando a atuação dos espíritos de orfandade, prodigalidade e bastardia, trazendo cura e restauração na relação com a família, com a igreja e com o Criador. (solicite release com fotos e detalhes pelo formulário abaixo)

Encontro de Casais - Um final de semana no interior de sua igreja ou em local externo (sitio, hotel ou auditorio) com palestras diferenciadas acompanhadas de dinamicas especiais e palavras muito profundas, com o Pr. Ricardo e sua esposa Pra. Raiza. (solicite release com fotos e detalhes pelo formulário abaixo)

Autoridade Territorial - Treinamento de um dia inteiro, baseado na premissa de que Tudo é Território, e que para cada conquista é necessária uma açao de guerra espiritual. (solicite release com fotos e detalhes pelo formulário abaixo)

Inteligência Financeira - Treinamento de um dia inteiro, onde falamos de uma maneira profunda sobre mudança de crenças e mentalidade, acompanhado de estratégias bíblicas e treinamentos de economia, poupança e investimento. (solicite release com fotos e detalhes pelo formulário abaixo)

Descubra seu Talento Enriquecedor - Poderoso treinamento de Coaching Vocacional de um dia inteiro, onde os participantes são estimulados a explorar seus melhores talentos para alcançarem sucesso, realização e bem estar pessoal. Construir uma vida e um negócio ao redor de seu "talento enriquecedor". (solicite release com fotos e detalhes pelo formulário abaixo)

Você pode mais - Treinamento de um dia inteiro onde trabalhamos motivação e coaching a luz das escrituras, impulsionando os participantes a sairem da zona de conforto e da acomodação, mergulhando em um posicionamento e decisão para uma vida com propósitos e realização.(solicite release com fotos e detalhes pelo formulário abaixo)

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A Páscoa e a Ceia do Senhor
Tipo: Estudos bíblicos / Autor: Pr. Lázaro Soares de Assis
 
A PÁSCOA E A CEIA DO SENHOR

A Ceia do Senhor não ficou em lugar da Páscoa, mas nasceu durante uma celebração da ceia pascal.
Traçaremos alguns paralelos entre a Ceia da Páscoa e a Memorial com o propósito de estabelecer algumas distinções entre ambas.
Alfredo Edersheim declara:

1) O significado da palavra "páscoa" - hebraico, pesach e em aramaico e grego pascha, vem de uma raiz verbal que quer dizer "transpor e saltar". Foi instituída por Deus.

2) Há grande distinção entre a "páscoa egípcia" de Êx 12 e a "permanente". Esta era celebrada em Israel, com calma, mais tarde no suntuoso Templo de Jerusalém, e aquela, com pressa, lombos cingidos, com sandálias nos pés, cajado na mão e prontos para marcharem.

3) Celebrava-se a Páscoa no dia 14 de Nisã, o primeiro mês dos judeus. A de Êx 12 foi de um só dia de duração, a permanente se casava com a dos "pães asmos" e durava toda uma semana. Até aqui Edersheim.

a) A Páscoa Que Jesus Tomou
Na páscoa celebrada no Egito, o próprio pai da família imolou o cordeiro, cujo sangue foi esparzido nas ombreiras e vergas das portas. O israelita sacrificou o cordeiro em sua casa e ali mesmo o comeu.
A Páscoa Permanente: no dia 13 de Nisã cada chefe de família, acendia uma lâmpada e procurava o fermento que houvesse na casa para removê-lo. E a seguir orava: "Bendito es Tu, Jeová, nosso Deus, Rei do universo, que nos santificaste pelos teus mandamentos e nos ordenaste remover o fermento (e acrescentava): Todo fermento que está em meu poder, o que eu vi, e o que não vi, seja desfeito, seja considerado como pó da terra". Logo na manhã do dia 14 começava a Festa da Páscoa. Nenhum trabalho novo se iniciava nesse dia. Depois do meio-dia, escolhia-se o cordeiro pascal cuja idade ia de oito dias a um ano, às 13:30 as multidões, divididas em três grupos, escalavam o Monte Moriá carregando seus cordeiros para o Templo. A primeira turma, com seus cordeiros era admitida na corte dos sacerdotes. Cada divisão era constituída no mínimo de trinta pessoas. Os sacerdotes tocavam três vezes a trombeta de prata quando o cordeiro era morto. Os sacerdotes permaneciam enfileirados, recebendo em vasilhas próprias, o sangue dos cordeiros. Um passava para o outro até chegar ao altar em cuja base era espargido. Os levitas entoavam um hino de louvor que era respondido pelos ofertantes. Cada primeira linha de um Salmo era repetida pelo povo e outras eram respondidas apenas por "aleluia". E chamava-se "HALLEL", composta dos Salmos 113 a 118.
Até aqui no Templo e durante o dia.
À noite, ou ao entardecer, sempre, porém, depois do pôr do sol, cada família estava reunida em sua própria casa. É a festa do lar, por excelência. Sobre uma mesa, geralmente em forma de U, está uma bandeja e nela três grandes pães, cada um deles envolvido num guardanapo. Sobre estes pães estão: um ovo frito, charoset, água salgada, molho de ervas amargas, um quarto de cordeiro, alfaces e outros legumes, vinho vermelho misturado com água. Quatro grandes cálices de vinho não podiam faltar, até mesmo para os mais pobres. O vinho expressava alegria.
O chefe de família tomava o primeiro, orava e todos bebiam o primeiro cálice e lavavam as mãos. Nesse compasso deve ter ocorrido o lava-pés de João 13. E enquanto lavavam as mãos, oravam. O chefe de família tomava uma erva amarga, mergulhando-a na salmoura, comia e dava aos outros a comer. Todos os pratos eram retirados da mesa, bebia-se o segunda cálice. O pai da família narrava toda a história do povo hebreu, começando com Abraão, a escravidão egípcia, a libertação e posse de Canaã. Voltam os pratos. O cordeiro pascal é servido, com pães asmos e o molho de ervas amargas. Canta-se o Hallel (Salmos 113 e 114) seguido de oração e bebia-se o terceiro cálice. Pão molhado no charoset era servido. Encerra-se a ceia com o quarto cálice e cantava-se o Hallel (Salmos 115 a 118) e orava-se em favor da família.

b) A Páscoa e a Ceia do Senhor
1) a Ceia do Senhor foi instituída pelo Senhor Jesus, na noite de 15 de nisã, da quinta para sexta-feira da semana da páscoa.
2) O Senhor Jesus usou, para instituição da Ceia Memorial dois elementos da ceia pascal: o aphikomem (bolo asmo, uma espécie de sobremesa) e o quarto cálice - o da bênção.
3) Jesus instituiu a Ceia Memorial com onze apóstolos. Judas se retirara durante a Ceia da Páscoa (Jo 13:30).

Notaremos algumas diferenças entre a Páscoa e a Ceia do Senhor:
a) a Páscoa era do AT, a Ceia do NT;
b) a Páscoa era uma festa judaica, a Ceia uma Ordenança de Jesus;
c) a Páscoa era celebrada no sangue e carne de animais; a Ceia no corpo e sangue do Senhor Jesus;
d) na Páscoa havia 7 ou 8 elementos, na Ceia, apenas 2.
e) a Páscoa era para todo judeu, a Ceia é reservada aqueles que foram lavados no sangue de Jesus;
f) na Páscoa comemorava-se a saída de Israel do Egito, na Ceia recordamos a morte do Senhor, até que venha (1Cor 11:26);
g) em Jesus foi abolida a Páscoa. Cristo é nossa Páscoa (1Cor 5:7).
"E tudo Jesus fez perfeito e nada por fazer deixou".
 
O artigo acima é colaboração de " Pr. Lázaro Soares de Assis "
Ministro do Evangelho. Apascenta a Comunidade Batista Monte Moriá, em Ipatinga, Minas Gerais. É fundador e Diretor da FATEM, Faculdade de Teologia Monte Moriá (chrestos@ig.com.br). Sua formação inclui Bacharelado em Teologia, Filosofia da Religião e Educação Religiosa; Mestrado em Teologia, com especialização em Aconselhamento Pastoral; e Doutorado em Teologia, Filosofia e Ciências da Religião.

 
 
 
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