Untitled Document
visitantes online
...CONHEÇA-NOS...
Página inicial
Sobre o Pastor Ricardo
Referências
Nossa agenda
Galeria de fotos
Cadastro de pastores
Deixe um depoimento
Loja Virtual (novo)
Fale conosco
... 3064 ESTUDOS & ESBOÇOS ...
Apoio para pastores
Estudos bíblicos
Notícias
PNL Bíblica
Reflexões
Superação e Motivação
Procure aqui:
... NÓS EM SUA IGREJA ...
Treinamento de Autoridade Territorial
Treinamento de Paternidade Espiritual
Encontro de Casais
Treinamento de INTELIGÊNCIA Financeira

Convite: Encontro de Casais Edição 2015

Convite: Escola INTELIGÊNCIA FINANCEIRA

... VOCÊ CONOSCO ...
Receba Paternidade Espiritual
- Ricardo Ribeiro Coach
- Coaching Ministerial
- Coaching Comportamental
- Coaching in Company
- Palestras Motivacionais

A Páscoa e a Ceia do Senhor
Tipo: Estudos bíblicos / Autor: Pr. Lázaro Soares de Assis

 
A PÁSCOA E A CEIA DO SENHOR

A Ceia do Senhor não ficou em lugar da Páscoa, mas nasceu durante uma celebração da ceia pascal.
Traçaremos alguns paralelos entre a Ceia da Páscoa e a Memorial com o propósito de estabelecer algumas distinções entre ambas.
Alfredo Edersheim declara:

1) O significado da palavra "páscoa" - hebraico, pesach e em aramaico e grego pascha, vem de uma raiz verbal que quer dizer "transpor e saltar". Foi instituída por Deus.

2) Há grande distinção entre a "páscoa egípcia" de Êx 12 e a "permanente". Esta era celebrada em Israel, com calma, mais tarde no suntuoso Templo de Jerusalém, e aquela, com pressa, lombos cingidos, com sandálias nos pés, cajado na mão e prontos para marcharem.

3) Celebrava-se a Páscoa no dia 14 de Nisã, o primeiro mês dos judeus. A de Êx 12 foi de um só dia de duração, a permanente se casava com a dos "pães asmos" e durava toda uma semana. Até aqui Edersheim.

a) A Páscoa Que Jesus Tomou
Na páscoa celebrada no Egito, o próprio pai da família imolou o cordeiro, cujo sangue foi esparzido nas ombreiras e vergas das portas. O israelita sacrificou o cordeiro em sua casa e ali mesmo o comeu.
A Páscoa Permanente: no dia 13 de Nisã cada chefe de família, acendia uma lâmpada e procurava o fermento que houvesse na casa para removê-lo. E a seguir orava: "Bendito es Tu, Jeová, nosso Deus, Rei do universo, que nos santificaste pelos teus mandamentos e nos ordenaste remover o fermento (e acrescentava): Todo fermento que está em meu poder, o que eu vi, e o que não vi, seja desfeito, seja considerado como pó da terra". Logo na manhã do dia 14 começava a Festa da Páscoa. Nenhum trabalho novo se iniciava nesse dia. Depois do meio-dia, escolhia-se o cordeiro pascal cuja idade ia de oito dias a um ano, às 13:30 as multidões, divididas em três grupos, escalavam o Monte Moriá carregando seus cordeiros para o Templo. A primeira turma, com seus cordeiros era admitida na corte dos sacerdotes. Cada divisão era constituída no mínimo de trinta pessoas. Os sacerdotes tocavam três vezes a trombeta de prata quando o cordeiro era morto. Os sacerdotes permaneciam enfileirados, recebendo em vasilhas próprias, o sangue dos cordeiros. Um passava para o outro até chegar ao altar em cuja base era espargido. Os levitas entoavam um hino de louvor que era respondido pelos ofertantes. Cada primeira linha de um Salmo era repetida pelo povo e outras eram respondidas apenas por "aleluia". E chamava-se "HALLEL", composta dos Salmos 113 a 118.
Até aqui no Templo e durante o dia.
À noite, ou ao entardecer, sempre, porém, depois do pôr do sol, cada família estava reunida em sua própria casa. É a festa do lar, por excelência. Sobre uma mesa, geralmente em forma de U, está uma bandeja e nela três grandes pães, cada um deles envolvido num guardanapo. Sobre estes pães estão: um ovo frito, charoset, água salgada, molho de ervas amargas, um quarto de cordeiro, alfaces e outros legumes, vinho vermelho misturado com água. Quatro grandes cálices de vinho não podiam faltar, até mesmo para os mais pobres. O vinho expressava alegria.
O chefe de família tomava o primeiro, orava e todos bebiam o primeiro cálice e lavavam as mãos. Nesse compasso deve ter ocorrido o lava-pés de João 13. E enquanto lavavam as mãos, oravam. O chefe de família tomava uma erva amarga, mergulhando-a na salmoura, comia e dava aos outros a comer. Todos os pratos eram retirados da mesa, bebia-se o segunda cálice. O pai da família narrava toda a história do povo hebreu, começando com Abraão, a escravidão egípcia, a libertação e posse de Canaã. Voltam os pratos. O cordeiro pascal é servido, com pães asmos e o molho de ervas amargas. Canta-se o Hallel (Salmos 113 e 114) seguido de oração e bebia-se o terceiro cálice. Pão molhado no charoset era servido. Encerra-se a ceia com o quarto cálice e cantava-se o Hallel (Salmos 115 a 118) e orava-se em favor da família.

b) A Páscoa e a Ceia do Senhor
1) a Ceia do Senhor foi instituída pelo Senhor Jesus, na noite de 15 de nisã, da quinta para sexta-feira da semana da páscoa.
2) O Senhor Jesus usou, para instituição da Ceia Memorial dois elementos da ceia pascal: o aphikomem (bolo asmo, uma espécie de sobremesa) e o quarto cálice - o da bênção.
3) Jesus instituiu a Ceia Memorial com onze apóstolos. Judas se retirara durante a Ceia da Páscoa (Jo 13:30).

Notaremos algumas diferenças entre a Páscoa e a Ceia do Senhor:
a) a Páscoa era do AT, a Ceia do NT;
b) a Páscoa era uma festa judaica, a Ceia uma Ordenança de Jesus;
c) a Páscoa era celebrada no sangue e carne de animais; a Ceia no corpo e sangue do Senhor Jesus;
d) na Páscoa havia 7 ou 8 elementos, na Ceia, apenas 2.
e) a Páscoa era para todo judeu, a Ceia é reservada aqueles que foram lavados no sangue de Jesus;
f) na Páscoa comemorava-se a saída de Israel do Egito, na Ceia recordamos a morte do Senhor, até que venha (1Cor 11:26);
g) em Jesus foi abolida a Páscoa. Cristo é nossa Páscoa (1Cor 5:7).
"E tudo Jesus fez perfeito e nada por fazer deixou".
 

  Você pode fazer um treinamento inividual sobre este ou um de nossos outros temas VIA SKYPE (video conferencia em tempo real) com o Pastor Ricardo Ribeiro ou um dos mestres do Ministério Apostólico Atos Dois. Clique aqui e saiba maiores informações.  


Escrito por: Pr. Lázaro Soares de Assis (Maiores informações no final da página)
 
Expresse sua opinião sobre o texto acima:
Lembre-se que os artigos deste site não expressam diretamente a opinião do Apóstolo Ricardo Ribeiro, uma vez que temos um grande número de colunistas que, apesar de renomados escritores, representam diversas posições teológicas. No entanto, temos um cuidado especial para que neste site não seja defendida nenhuma heresia, por isso seu contato nos ajuda a manter a integridade de nossos estudos e o cuidado na escolha dos colunistas.
 
Nome: Email: Assunto:
Escreva aqui a mensagem para nossa Administração, sobre o texto que você acabou de ler:
Outros artigos desta coluna:
Intimidade com Deus - Parte 2
O Rio da Graça
Escudo Que Brilha Reflete As Flechas Espirituais
Onde Foi Que Eu Errei?
A Alegria Precisa Ser Alimentada
O Maior Motivo de Todos
A aventura de Felipe
Duas Classes De Crente
Congregação dos ímpios.
 

O artigo acima é colaboração de " Pr. Lázaro Soares de Assis "
Ministro do Evangelho. Apascenta a Comunidade Batista Monte Moriá, em Ipatinga, Minas Gerais. É fundador e Diretor da FATEM, Faculdade de Teologia Monte Moriá (chrestos@ig.com.br). Sua formação inclui Bacharelado em Teologia, Filosofia da Religião e Educação Religiosa; Mestrado em Teologia, com especialização em Aconselhamento Pastoral; e Doutorado em Teologia, Filosofia e Ciências da Religião.

 
Destaques

 

Adquira nossos DVDs e livros diretamente em nossa loja virtual, e receba o material diretamente no conforto de sua residência.

Aproveite!
Clique aqui

 

:: AGENDA 2015 ABERTA ::

A agenda do Pr. Ricardo Ribeiro já está disponível. Saiba mais sobre sua proposta de trabalho para 2015 e agende uma visita em sua igreja:

- Treinamento de Autoridade Territorial
- Treinamento de Paternidade Espiritual
- Encontro de Casais
- Treinamento de INTELIGÊNCIA Financeira


* Preço incluindo frete por correio, em territorio nacional.

Desde o início das civilizações e da relação de Deus com os homens, ficou muito claro o cuidado do Eterno com os nomes. Não é coincidência o fato de locais e pessoas da Bíblia terem nomes que explicam exatamente quem são. Babilônia significa confusão, Jerusalém, Paz.
Percebi que por onde Deus “passava” e via um nome desalinhado com seus propósitos, Ele mesmo corrigia o nome. Foi assim com Abraão, Sara, Israel, Paulo, Pedro.

Como Igreja, devemos fazer o mesmo, principalmente em relação ao Nome de Deus, fazendo assim cumprir-se a oração do Pai Nosso: “Santificado seja o Teu Nome”.

Qual será o verdadeiro nome de Deus? Qual será o nome do Filho? Sobre isso falaremos com profundidade neste livro.

Formato: 18 x 11 - 84 páginas.

Livro: O Nome de Deus

* Preço incluindo frete por correio, em territorio nacional.

Ao contrário do que muitos pensam, um calendário é muito mais do que uma ferramenta cultural. É uma estratégia espiritual. O calendário tem o poder de mover massas a realizarem festas, cerimônias, pactos e rituais.

O mundo é regido pelo calendário gregoriano, e maliciosamente é manipulado a feriados e festas envolvidas de paganismo e invocações. Até mesmo os dias da semana são homenagens a divindades nórdicas amaldiçoadas.

Poucos sabem que a Bíblia ensina o Calendário de Deus, e este tem suas bênçãos e dispensações liberadas para seu povo em particular.  

Este livro ensina tudo sobre a guerra dos calendários, além de fornecer estratégias de oração e guerra espiritual, envolvendo o calendário de Deus.

Formato: 21 x 14 - 84 páginas.

Livro: O Calendário de Deus

* Preço incluindo frete por correio, em territorio nacional.

Kit com 5 Dvds com cerca de 10 horas de treinamentos da Escola de Liderança Avançada, realizado pelo Ap. Ricardo Ribeiro e colaboradores especiais.

Dentre os assuntos tratados:

- A liderança do Eu
- Liderança Assertiva
- Como utilizar o Rapport no aconselhamento 
- Liderança servidora
- Liderando em tempos de crise

O material é completo, filmado em alta definição no centro de convenções do Hotel Vila Nova, em Teresópolis Rj.

Kit de treinamento: Escola de Liderança Avançada

* Frete incluído no valor (território nacional via correios).

Este livro foi escrito pelo Ap. Thiago Pixinine, discipulo do Ap. Ricardo Ribeiro, inspirado em muitas noites de estudo e conversa entre os dois.

Sinopse:

Posso dizer que foi no mínimo assustador descobrir que um dos maiores “inimigos” de Deus na história da humanidade, foi escondido nas linhas das Escrituras, por uma tradução banal que nos faz simplesmente ignora-lo. De fato os pouquíssimos estudiosos cristãos se dedicaram a investigar quem seriam estes “postes-ídolos” citados centenas de vezes na Bíblia, sempre sendo confrontados pelos profetas do Eterno. Quem são os “postes-ídolos”? Porque Deus sempre fez questão de denunciá-los. Será que eles simplesmente desapareceram, ou continuam “infiltrados” na sociedade moderna? Que tipo de mal os “postes-ídolos” podem trazer ao ambiente e as pessoas ao seu redor?
São muitas as perguntas, e muitas as respostas. Este não é apenas um livro, mas uma profecia. Meu objetivo é dar continuidade ao ministério profético de denúncia dos “postes-ídolos”, cujo nome original é “Asherá”.
Após a leitura deste livro, você nunca mais verá o mundo da mesma maneira. Asherá está em toda parte. Nas ruas, nas artes, na economia, na cultura, na religião, no calendário.

“Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do SENHOR, teu Deus, que fizeres para ti” Deuteronômio 16.21

Tamanho: 18 x 11 - 64 páginas.

Livro: Asherá - o Espírito por trás da Àrvore





Desenvolvido por CAQ / A2 Webstudio - Acesse: www.atendimentodequalidade.com.br