Desabafo – Evangélicos e a zona de conforto

O evangélico diz: “Porque o não crente prospera? Porque o não crente é empresaário? Porque os cabeças da política, comércio, negócios, educação, jornalismo, artes estão no topo e nós como cauda?”
A maioria dos evangélicos que conheço é formada de gente POBRE. Gente que sempre está sem dinheiro, e insatisfeita com isso. Quase todos trabalham para empresarios e empreendedores não cristãos.
Aí vem o crente espiritualizar para justificar. Mas a verdade é a seguinte: O crente não investe na sua evolução pessoal. A maioria dos crentes (não todos) tem pavor de faculdade; passam mais tempo na igreja do que em uma sala de aula; massa mais tempo “comendo com os irmãos” do que lendo um bom livro.
Evangélicos reclamam que o retiro da igreja está caro (100 reais) enquanto o não crente faz imersões de evolução pessoal de 2000, 3000, 4000 por final de semana.
O problema do evangélico não é Deus e muito menos o diabo. O problema do evangélico é ele mesmo. É sua mente pequena, seu comodismo, seu não merecimento.
Todo santo dia um evangélico me chama pedindo ajuda. Me ajuda a vencer, me ajuda a evoluir, me ajuda a empreender, me ajuda a ser liberto, me ajuda isso ou aquilo….
Na minha primeira tentativa de oferecer uma consultoria, um treinamento, um curso, uma sugestão que requer investimento (em mim ou em outro) este mesmo crente escorrega igual sabonete. Metralha um monte de história triste e vitimização no meu ouvido, e volta para sua zona de conforto.
Eu estou praticamente desistindo de trabalhar com este povo. É um povo que acredita que Deus precisa fazer tudo para eles; mas o próprio Deus diz: Porque clamas a mim, toca nas águas.
Eu sou um vencedor, um merecedor, um desbravador. Se você é como eu, cola comigo e vamos longe. Se é como estes citados acima… por favor sobe o monte fica lá orando, talvez Deus tenha misericórdia e faça tudo pra você.
Abraço, pronto falei.
Ricardo